Defensivos
Tecnologia por trás do defensivo: o que muda com microencapsulação
O que é microencapsulação
Em um defensivo convencional, todo o ingrediente ativo fica disponível de uma vez, logo após a aplicação — o que significa proteção forte no início e queda rápida de eficácia depois. Na microencapsulação, o ativo fica dentro de pequenas cápsulas que se rompem aos poucos, liberando o produto de forma controlada e gradual ao longo do tempo.
DryCaps e PilarCore: duas tecnologias, o mesmo princípio
A SML desenvolveu a tecnologia DryCaps, presente em produtos como Comboio, Pyrigran e Granulam. A Pilarquim desenvolveu a PilarCore, usada em produtos como Samurai e no lançamento Pilargold. Em ambos os casos, o princípio é o mesmo: em vez de o ingrediente ativo se degradar rapidamente no ambiente, ele continua sendo liberado enquanto as cápsulas se rompem — prolongando a janela de proteção da lavoura.
O que isso muda no campo
- Menos reaplicações — como a proteção dura mais, o intervalo entre aplicações pode ser maior, reduzindo o número de passadas de pulverizador na safra.
- Menor fitotoxidez — a liberação gradual evita picos de concentração do ativo que podem estressar a cultura, reduzindo o risco de fitotoxidez.
- Melhor uso do insumo — menos reaplicação significa menos desperdício de produto, combustível e horas de máquina por hectare protegido.
Como isso entra no seu planejamento de safra
Ao montar o programa de aplicações da safra, vale considerar produtos com tecnologia de liberação controlada nos momentos em que o intervalo entre aplicações é mais apertado — épocas de maior pressão de praga ou de acesso mais difícil à lavoura. É nesses pontos que a diferença entre um defensivo convencional e um com DryCaps ou PilarCore aparece com mais clareza no resultado final.
